What to do with Worries

O que Fazer com as Preocupações

“God did not keep back his own Son, but he gave him for us. If God did this, won’t he freely give us everything else?” (Romans 8:32, CEV)
“Deus não poupou Seu próprio Filho, mas O entregou por nós. Se Deus fez isso, Ele não nos dará graciosamente tudo o mais?” (Romanos 8:32, CEV)

What do we do with… worries? Take your anxieties to the cross — literally. Next time you’re worried about your health or house or finances or flights, take a mental trip up the hill. Spend a few moments looking again at the pieces of passion.
O que fazemos com… as preocupações? Leve suas ansiedades à cruz – literalmente. Da próxima vez em que ficar preocupado com sua saúde ou sua casa ou suas finanças ou com o vôo, faça uma viagem mental para o topo do monte. Gaste alguns momentos olhando novamente as peças da paixão.

Run your thumb over the tip of the spear. Balance a spike in the palm of your hand. Read the wooden sign written in your own language. And as you do, touch the velvet dirt, moist with the blood of God.
Corra o dedo sobre a ponta da lança. Equilibre um espinho na palma da sua mão. Leia a inscrição na madeira escrita em seu próprio idioma. Enquanto isso, toque o manto sujo, molhado do sangue de Deus.

Blood he bled for you.
O sangue que Ele verteu por você.

The spear he took for you.
A lança que Ele suportou por você.

The nails he felt for you.
Os pregos que Ele sentiu por você.

The sign he left for you.
A inscrição que Ele deixou pra você.

He did all this for you. Knowing this, knowing all he did for you there, don’t you think he’ll look out for you here?
Ele fez tudo isso por você. Sabendo disto, sabendo de tudo o que Ele fez por você ali, você não acha que Ele vai cuidar de você aqui?

Max Lucado



Publicado por:
Em:
22 de março de 2010 às 16:36
Categorias:
Internacionais, Reflexões
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  • Muito importante!!

    “Far-nos-ia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Deveremos toma-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais.” DTN, edição popular, pág 72.